Mostrando postagens com marcador Ton-up. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ton-up. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 24 de abril de 2018
Não quero suas cantadas. Quero seu respeito!
Marcadores:
19,
Amizade,
Biker,
Café Racer,
Conhecendo o Motociclismo,
HD,
História,
Kultura Kustom,
MC,
Parceria,
Partners 19,
Rebels,
Rock and Roll,
Rocker,
SKROMC,
Skull,
Ton-up
sexta-feira, 23 de março de 2018
Passeio aos batentes em Mãe D'água - PB (11.03.2018)
Marcadores:
19,
Amizade,
Aventura,
Bate-Volta,
Biker,
Desbravando o Sertão,
Kultura Kustom,
MC,
Natureza,
Partners 19,
Passeio,
Rock and Roll,
Rockadillac,
Rocker,
SKROMC,
Skull,
Ton-up
domingo, 29 de outubro de 2017
Feliz Aniversário, Rosiel!!!
Hoje quem está de idade nova é o Secretário do Vale das Espinharas - Original, Rosiel Mário! Parabéns muitas felicidades para você!!!!
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Você tem certeza que entende de customização?

Esta postagem tem como base um ótimo artigo que li no site Garagem Café Racer (www.garagemcaferacer.com.br). Trazemos aqui alguns dos principais estilos de customização existentes. Espero que esta postagem possa ajudar vocês dentro de seus projetos, desenvolvendo seu próprio estilo. Afinal customizar, mais do que se enquadrar em um estilo é implementar sua personalidade na sua moto, é enquadrá-la ao seu gosto, deixando-a com a sua cara.
Cafe Racer:
As Cafe Racers podem ser caracterizadas como motos que fazem referência ao visual das antigas motos inglesas dos anos 60, que eram preparadas com o objetivo de se tornarem mais rápidas nos rachas. O visual busca o minimalismo e a posição de pilotagem é mais "racing". O objetivo era torna-las mais leves e rápidas. Uma Cafe Racer pode ter acessórios modernos, mas o visual tem que estar de acordo com essa premissas.
Bobber:
Estilo criado nos EUA, num período um pouco anterior ao movimento Rocker e com premissas semelhantes as das Cafe Racers: Torna-lá mais leves e rápidas, principalmente em comparação as paquidérmicas motos americanas da época. O estilo é marcado pela posição mais relaxada em Relação as Cafe Racer, e pelas motos serem extremamente simples: Bancos de mola, para-lama traseiro rente ao pneu e ausência do para-lama dianteiro são características marcantes desse estilo.
Bratstyle:

Estilo que foi criado pela oficina japonesa Bratstyle, que nomeia o estilo. Esse estilo deriva diretamente das Cafe Racer e Bobber, mas ai o foco não é a performance pura, mas apenas fazer referência ao estilo minimalista das motos do passado. Visual depenado, retrô e os bancos com pouca espuma fazem parte desse cardápio. As "Brats"são muitos semelhantes as Street Trackers, que abordarei logo mais.
Scrambler:
No passado as primeiras motos com proposta mais voltada ao Off Road foram chamadas de Scrambler. Hoje as Trail cumprem esse papel com maestria, mas essa escola de motos com visual vintage e pegada mais off road ( e muito mais confortáveis) segue firme.
Trackers ou Dirt Trackers:
Inspirados nas motos de Dirt Track americanas dos anos 60 e 70, tem uma pegada um pouco mais esportiva do que as Scrambler.
Street Trackers:
A Street Tracker se aproximam muito das Bratsyle no proposito de algo diferenciado e minimalista e das Tracker por serem mais confortáveis que as Cafe Racers. Podemos dizer que derivam das Tracker, porém tem pegada mais urbana do que "off road". Diferem das Bratstyle por serem personalizações mais contemporâneas, enquanto as Brat flertam mais com o visual retrô. Mas aqui a diferença entre os estilos é muito sutil.
Street Figthers:

Também tem bastante a ver com os estilos anteriores e muitos as julgam como as herdeiras das Cafe Racer. Porém o estilo visual é moderno e rebuscado, as soluções são por vezes exóticas e não tão minimalista como as Cafe Racer. É um estilo bem mais extravagante e muito agressivo.
Racing Réplica:

São as motos que se inspiram nas motos de pista antigas, as "nakeds" deste estilo são muito confundidas com as Cafe Racer.
Estilos menos comuns de customização: Board Tracker, "JapaStyle" e Bōsōzoku:
As Board Tracker são as motos que corriam nas pistas de madeira do anos 20 no EUA, muitas têm como base motos harley-davidson ou Indian antigas.

Já o Japastyle se confunde com o BratStyle, mas na verdade é um estilo difícil de definir, pois os Japas viajam nos designs, cometendo diversos exageros.
Outra escola Japonesa, mas que parece meio esquecida é a Bōsōzoku, que tem uma pegada meio Chopper e bem estranha ao meu gosto.
Bem amigos, de momento esses são o principais estilos (Deixei de fora as Chopper, pois qualquer um sabe o que é) e o estilos mais atuais de motos, como Naked, Esportivas, Touring, etc. A ideia é clarear a percepção do pessoal sobre os estilos de customização e não achar que tudo é Cafe Racer. Porém obviamente esse texto é extremamente resumido e mesmo algumas motos que indiquei são passiveis de discussão, se pertencem ao um determinado estilo outro.
quarta-feira, 8 de março de 2017
Dia Internacional da Mulher
O dia 08 de março não marca apenas as lutas das mulheres para garantir os seus direitos e sua participação na sociedade, esta data também marca as suas vitórias que se consagram a cada ano e nós do SKULL ROCKER'S MOTORCYCLE CLUB não poderíamos deixar de homenagear estas guerreiras que a cada dia conquistam mais espaço, inclusive no meio motociclístico tão permeado por esteriótipos de machismo.
Feliz Dia Internacional da Mulher para todas as motociclistas, garupas, mães, esposas e irmãs que merecem todo o respeito e que fazem nossos caminhos mais bonitos!
sábado, 31 de dezembro de 2016
sábado, 24 de dezembro de 2016
Boas Festas!!!
Marcadores:
19,
Aventura,
Café Racer,
Conhecendo o Motociclismo,
História,
Kultura Kustom,
MC,
Natal,
Parceria,
Passeio,
Rebels,
Reunião,
Rock and Roll,
Rocker,
SKROMC,
Tatoo,
Ton-up
sábado, 29 de outubro de 2016
Feliz Aniversário, Rosiel!!!
E hoje os Parabéns vão para Rosiel Rodrigues, Secretário do SKROMC Vale das Espinharas - Original!!!
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Por do Sol na Pedra do Tendó
Nada melhor do que dar um passeio com os amigos no final de semana... e este foi especial. Além do primeiro passeio de Rosiel já com seu escudo fechado, tivemos a volta ao nosso convívio do querido amigo Bernardino.
Não importa a cilindrada da sua moto, o que realmente importa é a sensação de liberdade que a estrada nos dá.
domingo, 28 de agosto de 2016
A História dos Capacetes - Conhecendo o motociclismo
Todo apaixonado por motos conhece a importância do uso de equipamentos de proteção, dos quais o mais conhecido certamente é o capacete. Utilizado para evitar lesões na região da cabeça em caso de acidentes, o artigo é essencial e seu uso é compulsório por lei na maioria dos países. O que poucos imaginam é que o capacete passou por um longo processo de evolução até chegar ao modelo que conhecemos hoje.
Histórico
Em âmbito militar, a proteção da cabeça é sabidamente empregada desde os primeiros séculos de existência da humanidade, com elmos e capacetes. A inspiração para a criação de proteção automobilística certamente vem de tais recursos.


A produção do primeiro capacete é atribuída a Gottlieb Daimler, em 1885. O intuito do equipamento não era exatamente o mesmo de hoje, mas foram as bases para a proteção pessoal.
A partir da década de 30, o interesse pela velocidade e por motos cada vez mais rápidas (principalmente nos Estados Unidos, numa competição entre a Harley-Davidson e a Indian) aumentou consideravelmente os casos fatais de acidentes.
Na época foi de grande destaque o caso de Thomas Edward Lawrence, conhecido mundialmente como Lawrence da Arábia, que sofreu um acidente pilotando uma Brough Superior SS100 em uma estreita estrada perto de sua casa de campo em Clouds Hill, Inglaterra, no dia 13 de maio de 1935.
O acidente ocorreu por causa de uma depressão na estrada, que deixou obstruída sua visão de dois garotos que andavam em suas bicicletas. Ao tentar desviar-se deles, Lawrence perdeu o controle e foi jogado por cima do guidão. Ele não estava usando um capacete, e por isso, sofreu graves lesões na cabeça que o deixaram em coma, vindo a falecer depois de seis dias no hospital. Um dos médicos que o atendeu foi o neurocirurgião Hugh Cairns, que começou um longo estudo que ele chamou de: "Perda desnecessária de vidas por pilotos de motocicleta devido a ferimentos na cabeça".
Graças ao detalhado e amplo estudo de Cairns, o exército inglês desenvolveu e passou a utilizar capacetes para os seus soldados que se deslocavam com motocicletas. Essa prática acabou sendo seguida pelos civis, o que resultou na criação posterior de uma legislação que obrigava o uso de capacetes pelos motociclistas na Inglaterra, que foi seguida posteriormente pela maioria dos países do mundo.
No entanto, foi somente em 1953 que um professor da University of Southern California (USC), C.F. Lombard, desenvolveu um protótipo com camadas que não só absorviam o choque de um impacto, mas também distribuíam o choque acumulado. Lombard registrou uma patente de sua invenção, que se tornou padrão para produção e desenvolvimento dos capacetes modernos.
Atualmente, os projetos ainda contemplam o modelo de Lombard. Por dentro, uma EPS (espuma de poliestireno expandido), que tem densidade e consistência para suportar um impacto. Por fora, uma camada de plásticos ou fibras. A ideia é que o equipamento fique distorcido com a força da batida, absorvendo integralmente a energia e impedindo que a mesma se destine ao crânio do usuário.

Tipos de Capacetes
face completa: como o nome sugere, este modelo possui cobertura em toda a região facial, uma espécie de “escudo” ou visor;
motocross: queixo alongado e orifício na região dos olhos para o uso de óculos de proteção adicionais são as principais características dos modelos empregados nas corridas off-road;

modular: também conhecidos como flip ou “conversíveis”, possuem a viseira retrátil, proporcionando praticidade e conveniência. É o tipo mais encontrado em centros urbanos;
3/4: cobre as orelhas, bochechas e nuca, deixando o queixo desprotegido. Não é muito efetivo para casos de colisão frontal, embora mantenha a proteção para a parte traseira da cabeça;
meia-cabeça: proteção mínima, apenas na porção superior da cabeça (sem cobertura da região das orelhas). Atualmente, o uso desses capacetes por motociclistas, popular nos anos 60, é ilegal, pois esse tipo de capacete não é certificado pelo Inmetro.
No Brasil, todos os capacetes para motociclismo devem ser certificados pelo Inmetro e conter etiqueta com sua data de fabricação. A legislação não especifica um prazo de validade para os capacetes, mas a maioria dos fabricantes recomendam a sua substituição após três anos de fabricação, independentemente de terem sido usados, com a justificativa de que com o tempo o material deixa de oferecer a segurança necessária. O uso do capacete é obrigatório em todo o país.
Fontes:
http://viagemdemoto.com/historia/2566-capacete-para-motociclista
http://blog.machinecult.com.br/historia-dos-capacetes/
Assinar:
Postagens (Atom)




































